Presente na preparação de alimentos e principalmente na salada, o vinagre tem várias origens – vinho tinto ou branco, maçã, álcool, arroz. A tradicional marca Castelo aparece na ponta do segmento.

O vinagre Castelo foi o mais lembrado pelos entrevistados com 23,4% das menções espontâneas, com vantagem significativa em relação à Minhoto, que teve 12,9%. As duas marcas, porém, se distanciam das demais, como Peixe, Gallo e Maratá, que ficam empatadas tecnicamente.

Outras marcas foram citadas por 21,6% dos entrevistados e 27,1% não souberam responder. Pesou muito a tradição neste segmento.

A líder Castelo foi fundada em 1905 no tradicional bairro paulistano do Brás e tem seu vinagre conhecido do grande público desde a década de 1930.

Fundada por Victorino Ferreira da Costa, membro de família imigrante portuguesa, a Castelo permaneceu como empresa familiar até o fim da década de 1960.

Com o passar das décadas, a Castelo passou por uma grande modernização administrativa e industrial. A partir dos anos 1990, expandiu a marca Castelo para outros produtos, como conservas, molhos para salada, condimentos e temperos.

O tradicional vinagre pode ser adquirido em embalagens de 5 a 20 litros pelo segmento de foodservice. De fato, a Castelo disponibiliza até mesmo venda a granel em caminhões tanque!


Assim como a Castelo, a Minhoto, segunda colocada, é uma marca tradicional, fazendo parte do Grupo Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte, fundado em 1946 e pioneiro na industrialização do Nordeste.

Sediada em Paulista, no estado de Pernambuco, a Minhoto produz cerca de 60 milhões de litros de vinagre por ano, com destaque de mercado desde a década de 1970.

Nos últimos anos, a Minhoto tem diversificado sua estratégia de comunicação, com iniciativas voltadas ao público de casa, sem deixar de pensar também no foodservice.

A estratégia comunicacional inclui o canal “Segredinhos Minhoto” no Youtube, que se aproxima das 5 milhões de visualizações, que tem receitas, dicas para conservar alimentos e empreender no ramo alimentício.