MÁQUINA DE COSTURA – Singer, bem costurada na história e na memória

Mesmo sem estar presente em tantos lares como no passado, a Singer atravessa gerações. Sua tradição, iniciada em 1851, segue viva na memória dos paulistas.
Singer continua a ser sinônimo de máquina de costura. Das antigas máquinas mecânicas “da casa da vovó” até os modernos modelos atuais com gerenciamento eletrônico, a marca conquistou importantes 42,6% de lembrança entre os entrevistados paulistas, ficando bem à frente da Elgin (5,9%) e de outras marcas do ramo.
Instalada nas cidades paulistas de Indaiatuba e Campinas, a Singer divide sua linha de máquinas de costura entre as Domésticas e as Industriais. No primeiro grupo estão máquinas mecânicas, eletrônicas, overloque, máquina de bordar e de corte; já a linha industrial é composta por máquinas de costura reta, galoneira, overloque e zig-zag. Há também à venda acessórios Singer como agulhas, bobinas, mesas extensoras, entre outros itens.

Em meio a muitos desenvolvedores da máquina de costura mecânica, Isaac Singer conseguiu sua primeira patente nos Estados Unidos em 1851.
Seu modelo, porém, foi o que decolou nas vendas. Ele apresentava uma característica que faria toda a diferença: o uso do pedal, que deixava as duas mãos livres para melhor posicionar o tecido. A isso somou-se a facilidade em adaptar a máquina para uso doméstico e formas facilitadas de compra, que podia ser parcelada.
Desde então, o nome Singer está presente de maneira intensa neste universo de corte e costura. O pioneirismo não se deu apenas no modelo inicial: em 1890, as máquinas da marca detinham 90% de participação global.
A Singer também foi difusora de inovações como a primeira máquina de zig-zag do mundo, as primeiras máquinas eletrônicas, o primeiro aplicativo assistente de costura para dispositivos móveis, e muito mais.




